Reunimos as perguntas que mais recebemos sobre o sensor.
Resumo rápido
Se você só tem um minuto, comece por aqui. As respostas completas estão logo abaixo.
Sim. O sensor é feito com ingredientes naturais e não tóxicos, pensado desde o início para uso em contato com alimentos.
Não. A mudança de cor acontece do lado de fora, colada na embalagem. Basta olhar para saber o estado da carne.
Veja a lista completa logo abaixo ou fale direto com a nossa equipe.
Desenvolvemos embalagens inteligentes para proteína animal. Nosso produto é um biossensor que mostra, pela mudança de cor, se a carne continua própria para consumo.
É um indicador feito com pigmentos naturais de origem vegetal. Esses pigmentos reagem às mudanças químicas que acontecem quando a carne começa a se deteriorar, e essas mudanças aparecem como uma alteração de cor visível a olho nu, sem precisar de equipamento ou leitura eletrônica.
Não. A mudança de cor acontece na parte externa do sensor, colado na embalagem. Basta olhar para saber o estado da carne, peça por peça.
Nosso foco neste momento é a carne bovina. A tecnologia tem potencial para outras proteínas, mas estamos concentrando o desenvolvimento e a validação na carne bovina primeiro.
Não. Ele é uma ferramenta complementar. A data de validade e os controles sanitários continuam obrigatórios. O indicador acrescenta uma informação em tempo real sobre o estado do produto e ajuda a identificar falhas de armazenamento ou de cadeia de frio.
O biossensor dá mais visibilidade sobre a qualidade do produto ao longo da cadeia. Isso facilita a identificação de lotes com problema, reforça a confiança do cliente final e pode reduzir o descarte de carne que ainda está boa para consumo.
Usamos insumos de origem natural e conduzimos o desenvolvimento com base nas normas brasileiras para materiais em contato com alimentos, como as da ANVISA e do MAPA.
O melhor desempenho é em embalagens do tipo bandeja, que têm espaço interno entre a carne e o filme. Para outros formatos, avaliamos a viabilidade junto com cada parceiro.
Nosso objetivo é que o biossensor se integre ao processo de embalagem que o cliente já usa, com o mínimo de adaptação possível. Cada caso é analisado individualmente.
Trabalhamos com matérias-primas de origem vegetal e priorizamos o aproveitamento de subprodutos agroindustriais. Além disso, saber com mais precisão quando a carne realmente está imprópria ajuda a evitar o desperdício de alimentos.
A empresa foi fundada por Maria Clara Abrantes e Livia Del Dottore, com apoio de profissionais formados pela UFRJ e pela UFSC. Veja mais na nossa história.
Entre em contato pelo e-mail contato@biotechsafe.com.br. Conversamos sobre as necessidades da sua operação e as possibilidades de colaboração.
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