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Duas fundadoras jovens. Um problema real. Um sonho.

A BioTechSafe nasceu do encontro entre biotecnologia aplicada e um problema que qualquer açougueiro reconhece na hora: a validade genérica nunca contou a história inteira.

A origem

Por que a BioTechSafe existe

O ponto de partida foi simples de enxergar e difícil de aceitar: prazos de validade são uma média genérica. Eles não consideram falhas de temperatura, variações no transporte, nem a condição real de cada peça de carne. Na prática, isso significa carne boa jogada fora por precaução, e carne comprometida vendida como seguindo dentro do prazo impresso.

A partir desse problema, a BioTechSafe passou a desenvolver um biossensor natural, à base de um pigmento extraído de uma fruta brasileira, capaz de mostrar o estado real de cada embalagem, sem abrir o pacote. A primeira fase do negócio é B2B, voltada a açougues e restaurantes premium, com um piloto já em andamento junto a um açougue parceiro.

Maria Clara Abrantes

Maria Clara Abrantes

Founder · Produto & Vendas

Responsável pelo desenvolvimento do produto e pelas vendas da BioTechSafe, cuidando para que a solução seja, ao mesmo tempo, tecnicamente sólida e viável para o dia a dia de um açougue ou restaurante. A ideia nasceu de um projeto que ela apresentou e venceu em uma feira de ciências no ensino médio.

Livia Del Dottore

Livia Del Dottore

Co-founder · Conexões Estratégicas & Finanças

Responsável pelas conexões estratégicas e pela estrutura financeira da BioTechSafe, construindo as parcerias que levam o sensor do laboratório até a bancada real de um açougue. Sua família tem um açougue premium, o que trouxe ao projeto o conhecimento prático do dia a dia do setor.

Linha do tempo

Como chegamos até aqui

  1. A semente da BioTechSafe é plantada em uma feira de ciências.

  2. Maria Clara conhece Lívia na faculdade.

  3. A ideia vira startup nas aulas de empreendedorismo, e Lívia entra no projeto.

  4. Dezenas de testes são realizados dentro de casa.

    Bandejas de isopor com carnes embaladas em filme plástico e o sensor colado, alinhadas durante os testes feitos em casa
  5. A BioTechSafe ganha o primeiro lugar no Pitch Day Challenge, o “shark tank acadêmico”.

    Maria Clara e Livia segurando os troféus de primeiro lugar do Pitch Day Challenge
  6. Início da busca por fornecedores, advogados e laboratórios.

  7. A BioTechSafe fecha o primeiro cliente.

  8. Sai a matéria na EXAME sobre o projeto.

Cartão do sensor BioTechSafe com escala visual de frescor da carne

Agora: acompanhe a @biotechsafe

Apoio científico

Apoio de profissionais formados em universidades públicas brasileiras

O desenvolvimento do biossensor conta com o apoio de profissionais formados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que colaboram na validação do comportamento do pigmento natural e da resposta do sensor ao gás de amônia liberado pela carne em deterioração.

É essa base científica que sustenta a promessa central da BioTechSafe: não é uma cor bonita colada na embalagem, é uma reação química real, mensurável, e testada.

Nosso porquê

Queremos que quem vende carne, quem serve carne e quem come carne confie no que está vendo, não numa média genérica impressa há semanas.
Fundadoras, BioTechSafe

Leia nossa matéria na EXAME