A BioTechSafe nasceu do encontro entre biotecnologia aplicada e um problema que qualquer açougueiro reconhece na hora: a validade genérica nunca contou a história inteira.
A origem
O ponto de partida foi simples de enxergar e difícil de aceitar: prazos de validade são uma média genérica. Eles não consideram falhas de temperatura, variações no transporte, nem a condição real de cada peça de carne. Na prática, isso significa carne boa jogada fora por precaução, e carne comprometida vendida como seguindo dentro do prazo impresso.
A partir desse problema, a BioTechSafe passou a desenvolver um biossensor natural, à base de um pigmento extraído de uma fruta brasileira, capaz de mostrar o estado real de cada embalagem, sem abrir o pacote. A primeira fase do negócio é B2B, voltada a açougues e restaurantes premium, com um piloto já em andamento junto a um açougue parceiro.
Responsável pelo desenvolvimento do produto e pelas vendas da BioTechSafe, cuidando para que a solução seja, ao mesmo tempo, tecnicamente sólida e viável para o dia a dia de um açougue ou restaurante. A ideia nasceu de um projeto que ela apresentou e venceu em uma feira de ciências no ensino médio.
Responsável pelas conexões estratégicas e pela estrutura financeira da BioTechSafe, construindo as parcerias que levam o sensor do laboratório até a bancada real de um açougue. Sua família tem um açougue premium, o que trouxe ao projeto o conhecimento prático do dia a dia do setor.
Linha do tempo
A semente da BioTechSafe é plantada em uma feira de ciências.
Maria Clara conhece Lívia na faculdade.
A ideia vira startup nas aulas de empreendedorismo, e Lívia entra no projeto.
Dezenas de testes são realizados dentro de casa.
A BioTechSafe ganha o primeiro lugar no Pitch Day Challenge, o “shark tank acadêmico”.
Início da busca por fornecedores, advogados e laboratórios.
A BioTechSafe fecha o primeiro cliente.
Sai a matéria na EXAME sobre o projeto.

Agora: acompanhe a @biotechsafe
Apoio científico
O desenvolvimento do biossensor conta com o apoio de profissionais formados pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que colaboram na validação do comportamento do pigmento natural e da resposta do sensor ao gás de amônia liberado pela carne em deterioração.
É essa base científica que sustenta a promessa central da BioTechSafe: não é uma cor bonita colada na embalagem, é uma reação química real, mensurável, e testada.
Nosso porquê
Queremos que quem vende carne, quem serve carne e quem come carne confie no que está vendo, não numa média genérica impressa há semanas.Fundadoras, BioTechSafe
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